sexta-feira, 26 de agosto de 2016

TODD RUNDGREN NO ACORDE



(publiquei esse texto no meu Facebook e reproduzi aqui porque sim)

Eu se fosse você não perderia: sábado agora (dia 27/08), às 16h, tem especial Todd Rundgren no Acorde, que eu apresento na Rádio Roquette-Pinto (é o programa que eu produzo e apresento, bla bla bla, você sabe).

Poucas vezes alguém deve ter feito algum especial de rádio sobre o Todd aqui no Brasil nos últimos tempos. Aproveitei o lançamento recente de uma caixa de CDs do cara, The complete Bearsville albums collection, para fazer isso.

Todd Rundgren já ganhou várias definições: soul-pop, rock progressivo, rock psicodélico, power pop... A verdade é que se trata de um cara complicado de definir e de enquadrar, o que já o torna um músico pouco palatável para quem escuta as rádios rock ditas "normais". Sucessos dele como I saw the light (está no set list do especial) e Hello it's me (não coloquei no programa) costumam ser mais ouvidos nas "light FMs" do que em rádios especializadas em rock. Baladas com cara soul como It wouldn't have made any difference, então, passam longe das programações roqueiras normais.

Aí você escuta um disco psicodélico, diversificado e perturbador como A wizard, a true star (1973), sem o qual uma banda como Flaming Lips jamais poderia ter existido, e não sabe mais como encaixar o cara. Ouve as maluquices quase pré-punks de discos como Todd (1974) e o power pop de músicas como Couldn't I just tell you (do clássico Something/Anything?, de 1972) e tudo piora. Quando chega nos exageros progressivos de Initiation (1975), que tem uma faixa de 35 minutos (!) a ocupar todo o lado B, o lance fica quase não-radiofônico.

O programa dura só 56 minutos - porque ainda entram comercial, vinhetas, etc - e não foi mole fazer caber alguns dos melhores momentos do cara nessa duração de tempo. Evitei músicas grandes e foquei no que acho que pode fazer todo mundo que ouvir o programa ter curiosidade de baixar a discografia dele, fuçar o Spotify ou tentar comprar os discos. Futuramente (deve demorar bastante) vão rolar outros especiais no programa, mas nada muito óbvio. A ideia é contemplar bandas que são quase exiladas do formato comum de rádio rock. Penso num especial com a banda punk The Damned, por exemplo.

Então já sabe: 16h de sábado na Rádio Roquette-Pinto, é o Acorde complementando a programação da sua rádio-rock preferida. Se não conseguir ouvir em 94.1, vai no site www.fm94.rj.gov.br. Ou espera que segunda subo o episódio para o podcast do programa.

GINGA VERDE E AMARELA

Um roteiro brasileiríssimo de música para curtir no rescaldo da Olimpíada e de todo o show de brasilidade da Rio 2016. Saiu no Guia Show e Lazer do O Dia, com Zeca Pagodinho na capa.




MAX DE CASTRO

Um papo com Max de Castro em O Dia. O filho de Wilson Simonal lança canção nova após jejum de dez anos, Disposição, com uma inusitada influência do Nirvana. Max diz que se recolheu por uma década para estudar a melhor maneira de lançar músicas. Para ele, as coisas mudaram: hoje as pessoas dividem seu tempo entre Pokémon e música.




CANTO CEGO

As histórias da banda carioca Canto Cego, no O Dia. Eles acabaram de lançar o álbum de estreia, Valente.



sexta-feira, 19 de agosto de 2016

BOULEVARD OLÍMPICO - ÚLTIMO FIM DE SEMANA

Isso aí é o que ia rolar no último fim de semana do Boulevard Olímpico. Saiu hoje em O Dia, no Guia Show e Lazer.




O BUM BUM BUM DE MC MARCELLY

Os bastidores do novo clipe de MC Marcelly, a quem interessar possa.

Saiu no O Dia há alguns (opa) dias.


A CULPA É DO NEYMAR?

A edição Olímpica do festival CINEFoot, de cinema de futebol, apresentou o filme A culpa é do Neymar. Bastante atual, né?


OLIM-PIADAS DO PATETA

Uma geral que dei nos narradores e comentaristas engraçadinhos da Olimpíada.


BEN-HUR

Saiu há algumas semanas e esqueci de postar aqui: minha ida à coletiva de lançamento (e à round table) de Ben-Hur, nova versão, com o papel título interpretado por Jack Huston, e Rodrigo Santoro interpretando Jesus Cristo (!).

Essa matéria foi feita durante a coletiva, usando meu smartphone e escrevendo direto no e-mail. Não levei computador. Usei apenas meu dedão da mão direita para escrever o texto durante uma hora. Boa leitura.