domingo, 31 de julho de 2016

MPB - A ALMA DO BRASIL

Um papo com Ricardo Cravo Albin e Imyra Taiguara sobre um show que pretendeu contar a história da MPB em quatro horas, e em duas noites. Rolou segunda e terça.

Já passou, mas fica o registro.


O RIO AÉREO

Uma matéria que fiz sobre uma exposição de fotos em preto e branco de imagens aéreas do Rio.





CARACA

Isso sim é um festival de rock: A New Day Festival.

Os caras escalaram Stranglers, Jethro Tull e Focus. Desencavaram a Martin Barre Band (do guitarrista mais célebre da história do Jethro Tull) e o Steeleye Span (banda de folk-rock britânica dos anos 60/70 que, óbvio, costuma ser muito confundida com o Steely Dan).

Também trazem para o palco Wilko Johnson (Dr. Feelgood), Heavy Metal Kids (banda inglesa de glam rock surgida em 1972, quando o termo "heavy metal" ainda era novidade) e Caravan.

Boa parte dos outros artistas eu nunca ouvi falar. Confira aí. Tá interessante. Rola este fim de semana em Kent, Inglaterra.

UM ANO DE ACORDE E...

(publicado no meu Facebook há poucos dias e repetido aqui porque sim)

Em um ano apresentando sozinho o Acorde na Rádio Roquette-Pinto, todo sábado 16h, aprendi que:

1) Muita gente disse, assim que a Rádio Cidade encerrou suas atividades no dial, que o grande problema foi a rádio ter apostado em clássicos em vez de focar em bandas novas. Até onde eu saiba, e tendo apenas a amostra de ouvintes do ACORDE, o roqueiro que gosta de ouvir rock no rádio é conservador e prefere ouvir bandas clássicas. Ele lamenta profundamente que Pink Floyd, Mountain e Traffic toquem pouco em rádio. Ensiná-lo a escutar bandas novas é uma missão diária. Poucas vezes recebo pedidos ou sugestões de bandas novas novas mesmo, tipo o grupo que o cara acabou de descobrir no Spotify ou no Pitchfork. Não sei como o José Roberto Mahr vê isso no zerodb, ou outros radialistas.

2) Sim, muita gente ouve rádio, mais do que você imagina, e bem mais do que a vontade de muitos mensageiros da desgraça em falar "aaaah, rádio morreu, TV aberta morreu, aliás TV morreu, tudo morreu, etc, bla bla bla". Rádio é "de graça", vai ao encontro da preguiça de muita gente - você escuta enquanto lava cuecas, não precisa se dar ao trabalho de cavar conteúdo no Spotify e no YouTube etc. Nem todo mundo tem dinheiro para pagar o pacote premium do Spotify, banda larga toda hora pra usar YouTube na rua ou paciência para baixar músicas.

3) Muita gente, mas muita gente mesmo, sente falta de radialista que fala com o ouvinte. Em rádios, acontece muitas vezes do radialista que fala demais levar esporro do programador, até porque ele precisa tocar uma determinada cota de músicas, etc. Mas na vida real, as coisas funcionam de maneira bem diferente.

4) Voltando ao gancho do item 1, seguem aí as bandas que mais tiveram sucesso, engajamento e compartilhamento nesse tempo todo do programa: Red Hot Chili Peppers, Legião Urbana, Ramones e Misfits. E algumas das bandas mais novas que os ouvintes já me pediram: Arctic Monkeys, Oasis, Kaiser Chiefs e Strokes. Isso talvez indique porque você ouvia a Cidade em alguns momentos e achava que estava em 1996 ou 2001: não era um defeito, era realmente uma preferência de muitos ouvintes.

Tem mais, depois eu lembro.

E ESSE FIM DA RÁDIO CIDADE, HEIN?

(publicado no meu Facebook em 22 de julho e repetido aqui por motivos de... de... porque sim)

Por questões de gosto e identificação pessoais, ouço mais a Kiss FM e a 89 FM, ambas de São Paulo, e ouvia pouco a Rádio Cidade. Que já anunciou o encerramento de suas atividades no dial FM e vem dando o que falar entre fãs e detratores: gente que ouve a rádio direto e lamenta muito seu fim, gente que reclama que ela só tocava hits mofados, gente gabaritadíssima no assunto rádio que aproveitou o fim da Cidade para anunciar que o segmento acabou e que o negócio agora é música por streaming (ah, os mensageiros da desgraça...), etc.

Prefiro nem entrar na discussão de se a Cidade era boa ou não. Já deparei com Adele tocando lá numa madrugada, mas por outro lado já voltei para casa ouvindo Wishbone Ash e Jethro Tull. E ainda tinha o zerodb, do mestre José Roberto Mahr. De uma rádio-rock, não espero que ela toque o mesmo tipo de som o dia inteiro. Acredito que nem os chefes delas queiram isso, o mesmo tipo de rock 24 horas por dia. Até porque se forem competentes, sabem que trabalham com planilhas de custos, pesquisas de opiniões dos ouvintes, públicos-alvo - ao lado de novos negócios, inovação, etc. Empresas de comunicação são boas empresas de vendas. Que se venderem bem, conseguem até investir em coisas não-vendáveis.

Disse aí que não ouvia muito a Cidade. Em todo caso, me entristeço muito com o fim da rádio. Quem é fã de rock sabe que não ficou órfão - há várias web radios e programas em FMs como a Rádio Roquette-Pinto FM. Para o estilo musical, estar longe das emissoras mais comerciais é uma tragédia: menos visibilidade, menos cartas na mão, menos tudo. O fã de rock, mesmo o que se sente no direito de apontar o dedo para a Cidade e dizer coisas como "aah, só tocava sucessos, era uma merdaaaa", sente isso quando percebe que há menos shows de grandes bandas sendo agendadas para o Rio. Quando vai a um show de um grupo histórico do rock brasileiro e quem patrocina a apresentação é uma grande rádio do segmento de MPB - o que já diz muito a respeito de como será o show, que público irá à apresentação, etc. Pior: quando acontece um grande festival de rock na cidade e o veículo oficial do evento é uma rádio comercial marca barbante.

Para quem chora pelo desaparecimento da Cidade: vale dizer que NÃO é o fim definitivo da rádio. Ela já está avisando no seu próprio perfil que continua a partir de amanhã como webradio, em radiocidade .fm. Para fãs de rock, falei aí em cima, a saída é correr atrás do enorme número de rádios por streaming, que é outro departamento, bem diferente das rádios mais comerciais - e que quando começar a se comercializar, provavelmente fará tudo de maneira diferente. Assim espero.

sexta-feira, 29 de julho de 2016

WANDERLÉA

Em 1975, Wanderléa gravou no antigo Teatro Teresa Rachel o LP Feito gente, com repertório de MPB feito para ela. Retormou há pouco ao local (reinaugurado há alguns anos como Theatro Net) para remontar o show e gravá-lo em DVD. Fiz matéria com ela no jornal O Dia.





O SAMBABOOK DE JORGE ARAGÃO

Enquanto você está fuçando o Facebook, Jorge Aragão está tirando fotos, checando o Waze ao dirigir ou conferindo a programação das rádios de todo o mundo pelo TuneIn. O primeiro sambista a ser ouvido em Marte é tarado por fotografia, aplicativos e badulaques eletrônicos. E comemora 40 anos de carreira com o novo Sambabook. Falei com ele para o jornal O Dia.





HANANZA

Um papo com a cantora e atriz (de musicais) Hananza, que lança seu primeiro CD.


FESTIVAL MUNDIAL DE CIRCO

Capa do Guia Show e Lazer de ontem: a vinda do Festival Mundial de Circo, criado em Minas Gerais, para o Rio.





quinta-feira, 28 de julho de 2016

QUARUP

Tá rolando no Rio a exposição Quarup, com fotos do Museu do Índio. Fiz essa matéria aí.


HERMÍNIO BELLO DE CARVALHO

Um papo com Hermínio Bello de Carvalho sobre seus 80 anos e sobre um show que andou rolando em sua homenagem, com muita gente ilustre da MPB, em várias datas.



BEESHOP

Uma conversa franca com Lucas Silveira, vocalista do Fresno, sobre o disco novo do seu projeto Beeshop. Ele fala de músicas com títulos desesperados, vida, morte, emo, paternidade e... haters.


quarta-feira, 27 de julho de 2016

HIDDEN AGENDA

Fiz uma materinha sobre um série de eventos que irão ocupar o antigo espaço do Le Boy - pico LGBT de Copacabana, hoje desativado - durante as Olimpíadas.

Parece que vai rolar putaria (no bom se ntido, ou no mau, sei lá).


MC GUIMÊ

MC Guimê compra mansão em Alphaville, lança CD cheio de participações e fala de maconha, namoro, do documentário feito para mostrar os bstidores do CD, etc.


FLAVIO RENEGADO, CUNHA E BOLSONARO

Com um disco lançado por uma grande gravadora (a Som Livre, pela qual já soltara um EP digital), o rapper Flavio Renegado soltou um rap em que cita Eduardo Cunha e Jair Bolsonaro, e recorda o dia em que Chico Buarque foi hostilizado no Leblon.


BAR SEMENTE

Tem filme sobre o Bar Semente, aqui da Lapa, vindo aí. E já saiu - novidade - um DVD com a trilha do filme, antes mesmo que ele chegasse às telas. Leia sobre isso aqui.


THIAGO PETHIT

O festival A. Nota já está acho que na segunda ou terceira semana. Quando abriu, bati um papo com Thiago Pethit, que fez o primeiro show da nova temporada. Já passou o show mas fica aí o registro.


EVINHA

Evinha, parte importante da história da música pop brasileira, não lançava um disco com inéditas havia anos. E também não se apresentava em show solo no Brasil há tempos. Veio para o Rio lançar um disco novo e bati um papo com ela.


FEIJÃO CARO

Uma matéria que fiz para o Guia Show e Lazer sobre as feijoadas do Rio em tempos de alta do feijão.





quarta-feira, 20 de julho de 2016

#VEMPRARODA

Rolou um encontro de rodas de samba há alguns dias na Praça Tiradentes. Estivemos lá um dia antes entrevistando os músicos.

Já passou, mas fica aí o registro.



MALANDRO BELEZA

O jornalista Nilo Braga estreia em livro com as crônicas de Malandro beleza. Mais uma que fiz para O Dia.



DJ PAPATINHO

Bati um papo com Papatinho, DJ do Cone Crew Diretoria.

O cara tá cheio de projetos. Vai sair um disco solo, um álbum de uma banda de rap que ele vem produzindo e umas músicas em parceria com Anitta. Isso porque ainda não vieram á ton as produções internacionais dele.

Confira aí.



A CASA DO SORRISO MAROTO

Um papo com a banda de pagode Sorriso Maroto, que decidiu seguir os passos de grupos como Titãs e Red Hot Chili Peppers e alugou uma casa para gravar o novo disco.





sexta-feira, 1 de julho de 2016

RICO E MC QUEER


Eles são negros, paulistas, gays e envolvidos com black music e lacração, cada um no seu canto - mas se conhecem e já conversaram sobre seus trabalhos. Conheça MC Queer e Rico Dalasam em matéria minha para O Dia.