quinta-feira, 30 de junho de 2016

CANTAR E CANTAR E CANTAR E CANTAR E CANTAR E CANTAR E CANTAR E CANTAR E CANTAR E CANTAR E CANTAR E CANTAR E CANTAR E CANTAR

Matéria minha no O Dia sobre os ensaios de Luiz Melodia, Angela Ro Ro e Ney Matogrosso para o Prêmio da Música Brasileira 2016.

Já passou mas fica o registro.




quarta-feira, 29 de junho de 2016

DVD DO PROJOTA

E vai aí um papo que bati com Projota, que lança DVD novo desenvolvendo uma relação bem especial de confiança com seu público.


QUATRO ANOS DO IMPERATOR

Há alguns dias rolou aniversário de quatro anos da volta do Imperator, aqui no Rio.

Fiz matéria para O Dia.


ROCK S/A

Bati um papo com a turma do Rock S/A, coletivo (ou "organização", como preferem) de bandas da Grande Tijuca, que pretende dar uma profissionalizada no rock brasileiro.

Saiu em O Dia.


HOMOFOBIA

Fiz essa capa com a Flavia Muniz essa semana para O Dia, sobre galãs que saem da zona de conforto e interpretam personagens da chamada comunidade LGBT.

Cauã Reymond bateu um papo comigo para a matéria sobre o clipe do qual ele participou interpretando um transexual, Your armies, da Barbara Ohana (Barbara também falou).

Curte aí. Perca o seu preconceito.






RIO PARADA FUNK 2016

O Rio Parada Funk 2016 foi no Aterro do Flamengo, entre o Museu de Arte Moderna e o monumento dos pracinhas, na sexta-feira passada. Olha a matéria que fiz para O Dia aí.
Já passou o evento mas fica o registro, bla bla bla.




terça-feira, 28 de junho de 2016

OS DEZ MANDAMENTOS - O MUSICAL

Eis um pessoal que decidiu parar de falar em crise e arregaçar as mangas: agora tem um musical de Os Dez Mandamentos, feito em parceria com a TV Record, em cartaz no momento apenas em São Paulo - com previsão de vir para o Rio ano que vem. O musical tem efeitos em 4d, com direito a cheiros (!) e água espirrados sobre a plateia. E a ideia é que o público possa levar as fragrâncias para casa.

Materinha minha no O Dia.





LONDON BURNING

Materinha que saiu no O Dia sobre a volta da festa London Burning, com shows de Second Come e Planar.

Já passou mas ora bolas, como no meu blog eu coloco todas as matérias que faço para O Dia, vale o registro. A festa London Burning, do meu amigo Luciano Vianna, completa 18 anos e retorna todo mês, unindo uma banda nova a uma banda mais experiente do underground. Fique de olho nas próximas.



segunda-feira, 27 de junho de 2016

JOSÉ ALDO - MAIS FORTE QUE O MUNDO

José Aldo ganha cinebiografia bastante reveladora (Mais forte que o mundo, que estreia essa semana) e é interpretado por José Loreto. Bati um papo com Loreto e Afonso Poyart, diretor do filme, para o jornal O Dia.
Aldo é mostrado como um campeão, sim - mas como um campeão que teve vários relacionamentos bizarros a vida toda, fez estágio na delinquência na adolescência e na juventude, teve discussões de alta octanagem com a mulher Viviane, etc. Para que sua história fosse levada às telas, fez um pedido aos roteiristas do filme: não queria aparecer bebendo nem batendo em mulher.



MONIQUE KESSOUS

Bati um papo com Monique Kessous, que está lançando seu novo disco. E investe num lado mais maduro e zen.
Saiu em O Dia.



SERGIO MENDES

Sergio Mendes, Rogério Flausino e Baby do Brasil se juntaram para cantar uma música em homenagem às Olimpíadas chamada Se ligaê.
Bati um papo com Sergio, que veio ao Brasil só para lançar a canção, para O Dia.


segunda-feira, 13 de junho de 2016

ERASMO CARLOS - 75 ANOS

Erasmo Carlos completou 75 anos e comemorou no palco do Imperator, com a volt de sua turnê Gigante gentil ao Rio. Bati um papo com ele e saiu essa capa aí. Desnecessário falar da simpatia de Erasmo e de seu compromisso com sua própria história - e da consciência que ele tem de que faz parte da história da música brasileira. Exemplo para uns e outros aí.

O show já passou. Mas fica aí o registro.



MAHMUNDI

Papinho rápido - bem rápido - com Mahmundi, que saiu em O Dia.

O disco dela, na minha humilde opinião, já é candidato ao posto de melhor disco nacional de 2016. É para tocar no rádio mesmo, e chega às lojas (lojas?) com pinta de raro exemplar do AOR nativo para o novo milênio. Ed Motta escutou e chorou.


A MULHER DIABO

Performer da noite carioca, Larissa Maxine mostra seu lado atriz em duas séries do Canal Brasil - uma já estreou, outra tá vindo aí. Tive uma conversa franca com ela para O Dia.




RIO NOVO ROCK - 2016

Um papo rápido com a turma do Imperator sobre o festival Rio Novo Rock e as novidades - tem até uma comemoração de Dia Mundial do Rock vindo aí.


GILBERTO GIL - O MUSICAL

Semana passada estreou Aquele abraço - Gilberto Gil, o musical. Já tinha estreado em São Paulo, agora veio pra o Rio. Fiz essa matéria para O Dia.



segunda-feira, 6 de junho de 2016

MAIS GUIA SHOW & LAZER

Duas capinhas que fiz para o Guia Show & Lazer do O Dia.

Já passou tudo, mas vale o registro, em especial no caso da capa do hambúrguer.








sábado, 4 de junho de 2016

MUHAMMAD ALI (1942-2016)

Como lembrou o colega Márvio dos Anjos em seu artigo hoje no O Globo, Muhammad Ali era um lutador que tinha também a dimensão de entertainer. Como se não bastasse ter inspirado legiões de lutadores e jovens afrodescendentes (e não apenas os afrodescendentes) ao redor do mundo, o campeão dava entrevistas em que expunha seus pontos de vista sobre assuntos bastante espinhosos (não era fácil falar sobre direitos civis e racismo nos anos 60 e 70, enfim) usando técnicas de comediante.

Olha só esse brilhante solo de Ali sobre racismo, numa entrevista para a televisão nos anos 70.





Em 1977, em plena forma (e dois anos antes de largar o boxe), Muhammad Ali virou desenho animado das manhãs de sábado do canal americano NBC. I am the greatest: The Adventures of Muhammad Ali teve apenas treze episódios entre 10 de setembro e 3 de dezembro de 1977. O primeiro episódio, The great alligator, foi esse aí.





Em agosto de 1963, seis meses antes de se tornar o peso-pesado campeão do mundo e mudar seu nome para Muhammad Ali, Cassius Clay rendeu-se a uma moda da época e gravou um disco falado. Pode parecer inacreditável hoje, mas isso era bastante comum nos anos 50 e 60: comediantes, atores e até políticos gravavam álbuns de spoken word, com discursos, poesias, esquetes e, quando a figura em questão arriscava umas notas, umas duas ou três canções. I am the greatest, lançado pela Columbia, tinha oito faixas de discurso (apelidadas de "rounds") e algumas músicas de verdade - entre elas, essa versão de Stand by me, de Ben E. King.